Jogue Choplifter, o game que vinha no Apple II

Choplifter

O site Javascript MESS tem o objetivo de emular todos os computadores que já existiram, utilizando a plataforma MESS (Multi Emulator Super System) em Javascript. Uma curiosidade legal do site é que ele traz o jogo Choplifter, que vinha no Apple II a partir de 1982.

No game você é um piloto de helicóptero que precisa resgatar reféns enquanto é atacado pelo inimigo.

De volta ao Javascript MESS, apesar do site listar diversos sitemas operacionais e emuladores de computadores como os da Apple, Atari, Commodore, só o Choplifter abriu pra mim. De qualquer forma vale dar uma fuçada. Vai que a sua sorte é melhor do que a minha, e você consegue brincar um pouco no Macintosh.

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A Samsung mal pode esperar pelo iWatch. Taxa de devolução do Galaxy Gear passa de 30%

Ron Amadeo, para o Ars Tecnica:

“O Geek.com obteve memorandos internos da Best Buy e Samsung cravando a taxa de aparelhos devolvidos “acima de 30%”. Parece que a empresa está surpresa com isso, já que o memorando pede para os funcionários ajudarem a entender o motivo que traz tanta insatisfação aos clientes. Os usuários devem estar passando pelos mesmos problemas que descobrimos no nosso review: O Galaxy Gear requer um telefone, mas é incompatível com a maioria dos telefones.”

Desconfio que de todos os usuários da Apple, a Samsung era quem mais estava torcendo pra empresa anunciar o iWatch no evento da última terça-feira.

Chega a ser cômico a Samsung pedir pra Best Buy tentar identificar o que leva os consumidores a devolverem o aparelho e pedirem o dinheiro de volta. Mostra que eles não têm a menor ideia do que estão fazendo ou do que as pessoas querem. E pior: que não estão nem dispostos a tentarem entender por conta própria.

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O iPad 2 a U$399 não faz sentido

iPads

Durante a apresentação dos novos iPads no início da semana, a Apple anunciou que o iPad Air assumirá o lugar do iPad topo de linha, sendo vendido a U$499, enquanto que o iPad 2 seguirá sendo vendido por U$399. Já o iPad mini original também continuará sendo vendido, tendo seu preço reduzido para U$299, enquanto o iPad mini retina também será vendido pelos mesmos U$399 do iPad 2.

Eu não vejo sentido no preço do iPad 2. Entendo perfeitamente a decisão de seguir vendendo o modelo, pois ele apela para quem não faz questão de ter o iPad mais atual e mais parrudo, mas ainda assim quer ter um iPad. Prova disso é que no último ano, de acordo com dados divulgados hoje pelo Consumer Intelligence Research Partners, o iPad 2 correspondeu a 22% da quantidade de iPads vendidos nos EUA no último trimestre.

iPads CIRP

Confiar em dados assim é sempre arriscado, porque tudo é baseado em estimativas e… adivinhações moderadas. Mas partindo da premissa de que estes dados estão corretos, a política de preços da atual linha de iPads me parece um pouco confusa.

Você tem o iPad 2 com hardware de 2 anos atrás (sem tela Retina, com chip A5) sendo vendido pelo mesmo preço do novo iPad mini (com tela Retina, com chip A7), e por apenas U$100 a menos do que o iPad Air (com o mesmo chip A7). Enquanto isso, o primeiro iPad mini (que tem o mesmo hardware do iPad 2) teve o preço reduzido de U$329 para U$299. Mesmo relevando a redução do custo de produção do chip A5 nestes 2 anos, não faz sentido o iPad mini ter seu preço cortado em U$30, mas o iPad 2 não, especialmente porque o hardware é exatamente o mesmo.

Se no trimestre passado o iPad 2 correspondeu a 22% das vendas de iPads nos EUA, o mini correspondeu a 32%. Com a redução de preço do mini 1 e com a potência do mini 2 e o fato de ele ter tela Retina, eu não sei o que o a Apple está esperando conseguir ao seguir vendendo o iPad 2 pelo mesmo preço que antes. Uma redução para algo em torno de U$349 me pareceria ter sido algo mais sensato, apesar de ainda assim parecer um pouco acima do razoável se você levar em conta o leque de opções proporcionado pelo resto da linha.

De qualquer forma, confesso estar torcendo pra daqui a 3 meses, com o próximo relatório, perceber que eu estava errado e não vi alguma coisa óbvia que justifique isso tudo. Mas estou procurando bastante e ainda não encontrei.

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Existe um Microsoft Surface gigante na Trafalgar Square

Surface London

A Microsoft do Reino Unido encontrou uma maneira bem clara de demonstrar como o hardware deles fica no caminho ao invés de facilitar a vida das pessoas.

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BBM e o topo da App Store

Tero Kuittinen, pro BGR:

“Um dia depois de ser lançado, o BBM virou o aplicativo de mensagens mais popular do mundo. Às 15h de terça-feira, ele estava na primeira colocação da lista de apps grátis para iPhone em 66 países”.

Curta temporada. Não dou 2 semanas pra ele sumir dos Top 25. Lembra do Nokia Here? Não? Exatamente.

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Calendário do iOS 7 mostra como serão os meses do ano a partir de 2038 [Atualizado]

Se você costuma perder compromissos, a Apple acaba de resolver o eu problema. Não de imediato, mas sim a partir de 2038. Isso porque de acordo com o calendário do iOS 7, os meses de Fevereiro, Abril e Maio passarão a acontecer duas vezes por ano, totalizando 15 meses entre Janeiro e Dezembro.

Já o mês de Outubro será removido do calendário, o que indica que a Apple passará a anunciar seus novos iPads em algum outro ponto do ano.

2038

A notícia é especialmente boa para quem reclama do mês de Fevereiro por ser mais curto, já que o segundo mês de Fevereiro que começa logo em seguida conta com 31 dias, mesmo em anos bissextos.

Olhando mais de perto, é possível ver que a Apple também vai atender as preces dos mais preguiçosos, fazendo com que os meses sejam compostos quase que em sua totalidade por sábados.

Semana 2038

Ainda não se sabe se os calendários Chinês e Judaico também serão alterados, mas tudo deve ficar mais claro em no máximo 25 anos.

Dica do @Dandrive, via twitter do Blog Do iPhone

Atualização: O sempre atento Felipe Kellermann veio me contar que este é um problema que todos os sistemas baseados em 32 bits terão de enfrentar. Eu estava achando que esse era um bugzinho besta do iOS 7, mas a coisa parece ser um pouco mais complicada do que isso. Xi.

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O comercial do Samsung Galaxy Gear me parece um tanto familiar

Ontem a Samsung divulgou o comercial que apresenta o seu relógio sem sentido, o Galaxy Gear.

Acho que eu já vi um comercial assim antes. Onde foi, mesmo? Ah, sim! Claro!

Já que não tinha hardware pra copiar, o jeito foi copiar a campanha mesmo.

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Kit Kat: parceira do Android, mas não larga o iPhone

A história já é bem comum. Celebridades recebem uma grana para promoverem publicamente aparelhos de concorrentes da Apple, fazem posts em redes sociais que fingem ser espontâneos, porém em seu dia-a-dia elas usam iPhones e iPads como seus aparelhos pessoais. Jessica Alba, Oprah, David Ferrer e Dani Calabresa são alguns exemplos disso.

No entanto, esta é a primeira vez que uma marca faz a mesma coisa. No início de Setembro, Kit Kat e Google anunciaram uma parceria para batizar a próxima versão do Android de Android Kit Kat. Além disso, a marca está fazendo uma promoção mundial em que estampa as próprias embalagens do chocolate com o pequeno robozinho verde, além de prometer centenas de tablets.

Mas nada disso foi suficiente pra impedir que em um post do Facebook, a marca sugerisse que o pacote completo para a balada é formado por carteira, chave do carro, Kit Kat, e…. seu iPhone, é claro!

KitPhone

Nos próprios comentários do post as pessoas apontaram a ironia (o que fez com que eles postassem uma nova imagem tirando sarro da situação), e eu também não entendo como isso pode ter ido pro ar. Mas até aí, o trabalho de Photoshop pra tirar a marca do carro que estampava a chave está bem porco, e também passou.

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Adobe: É proibido ler nossos eBooks em voz alta

Silent iPad

Vi isso no Twitter, mas achei muito estranho e resolvi checar por mim mesmo. E é verdade [1, 2]. Os termos de direitos de uso dos eBooks em EPUB da Adobe são:

“Não é permitido copiar. Não é permitido imprimir. Não é permitido emprestar. Não é permitido ler em voz alta.”

Esta é uma das coisas mais estúpidas que eu já li. Em voz alta.

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Demorou, mas apareceu: “Vendas recorde podem ser um sinal de que a Apple apodreceu”

Sim, é exatamente este o título de uma matéria que saiu ontem no site da ABC News.

Logo no início do texto, o autor pede paciência e compreensão dos “amantes da Apple que irão me crucificar e dizer que não tenho ideia do que estou falando“. Ele faz isso mais algumas vezes durante o texto, e eu resolvi lhe dar o benefício da dúvida da forma mais sincera e aberta possível. Mas não adiantou. O fato é que saber de antemão que você será criticado por falar asneiras não lhe isenta da responsabilidade de falar asneiras.

Se você tiver tempo, leia o texto inteiro, que certamente irá lhe render umas boas risadas. Mas caso esteja com pressa, aqui vão os destaques:

“…pra mim, toda essa farra exagerada e até o primeiro fim-de-semana de vendas que quebrou recordes são motivo de preocupação…”

Sim. 9 milhões de telefones vendidos em 3 dias são um claro sinal de que algo está errado. Assim como 5 milhões do ano passado também eram, e os 4 milhões do ano anterior também. Os XX milhões do ano que vem também serão.

“Sejamos honestos, este novo iPhone é só um upgrade (…) Eu sei que os devotos da tecnologia dirão que o novo aparelho é mais rápido, inteligente, melhor, revolucionário, etc. Mas pra mim e pra milhões de outros como eu ele se parece bastante com o último iPhone e com o que veio antes dele também.”

Realmente. Tirando todas as novidades, ele é bem igual ao anterior. Ainda bem que fomos honestos. Coitados dos milhões de devotos de tecnologia que não pensam como você (e milhões de outros como você), e se satisfazem comprando produtos que são uma versão mais rápida, inteligente e melhor do que já existia antes. Um dia eles entenderão que… a evolução é inimiga da inovação… acho?

“Sabe outra coisa que não mudou? A maneira como a Apple apresentou o 5S e o 5C. Da mesma forma como  em todos os lançamentos desde o primeiro iPhone, vimos pessoas esperarem em filas, dormindo fora das lojas, e sorrindo para as câmeras com seus aparelhos novos em mãos. (…)

Esta não é mais a Apple de Steve Jobs. (…)”

Certo. Os lançamentos de todos os iPhones desde a época do Steve Jobs são iguais, e por isso a Apple mudou e não é mais a Apple do Steve Jobs.

“(…) será que eles encontram uma maneira de criar outro produto desejável, outra categoria, alguma coisa nova que nós nunca soubemos que precisávamos e que não conseguimos viver sem?

A bola está com o Tim Cook.”

Sandy, aqui vai uma dica: o Tim Cook já respondeu essa pergunta antes mesmo do seu texto ser escrito.

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